sábado, 26 de julho de 2014

A arte de hoje foi pão caseiro recheado. Aproveitando a receita do site cybercook dei meus pitacos e fiz pães de recheios variados e até mesmo uma modificada na receita eu dei... e num é que ficou bom!!!


Comecei pelo recheio, tomates firmes e cebolas picadinhos


Coloquei numa tigela graaande, 2 tabletes de fermento biológico,
1 colher (sobremesa) de açúcar e 1 xícara de leite morno,
tenha paciência para deixar crescer


As cebolas e os tomates foram refogados com temperinhos
básicos mas especialmente adicionados (sal, cheiro verde, orégano...)


Piquei o presunto...


Piquei o queijo também, usei mussarela. Não tenho as fotos,
mas também recheei com ricota e espinafre


Depois de crescido o fermento, juntei 3 ovos inteiros,
1/2 kg de farinha de trigo, 2 colheres de manteiga,
sovei a massa e deixei crescer


Vejam que massa bonita!!! É só esperar um pouco ela crescer e abrir,
rechear pra poder assar


Pães prontinhos para ir ao forno, com uma bela pincelada de ovo


Servidos??? Estão deliciosos!!! Fiz uma variação na massa, troquei o leite por água, os pães ficaram mais leves e tão deliciosos quanto!!! Lembrando que a quantidade de farinha dependerá da sua qualidade,do tamanho dos ovos e da percepção de cada um sobre a quantidade dos ingredientes medidos em colheres.


quarta-feira, 23 de julho de 2014

Quando ainda morava com meus pais aprendi a fazer esta receita, típica da culinária do Sul de Minas, servida principalmente nas festas juninas locais. A farinha de milho tem papel tão importante quanto a de mandioca na alimentação do mineiro, sendo útil para fazer farofas, pamonha, curau e o delicioso pastel de farinha de milho.
Lembro-me de tentar, tentar e tentar até conseguir ajustar quantidade de farinha, água, temperos, texturas da massa e do recheio.
Depois de casada, sempre que voltava em casa de meus pais era praxe fazer estes pastéis para satisfazer minha mãe, meu pai e todo mundo aproveitava deste quitute.
Nas fotos a sequência está fácil de entender, para descomplicar esta arte tão gostosa. É claro que quem faz dá seu toque pessoal e especial. Não desista se da primeira vez não der certo, como eu disse tive que tentar várias vezes até conseguir o ponto que me agradava e às pessoas próximas.












Aprender e praticar é imprescindível para quem gosta de cozinhar, não há outra forma de comer bem. Gostar do que faz também é muito importante, já que nem sempre dá tudo certo da primeira vez e precisamos tentar uma, duas ou mais vezes.
Cozinhar não é ciência, muito menos exata. Depende do clima, das mãos de quem faz, do fogão, do forno, dos ingredientes, etc...
É preciso ter percepção, vontade de acertar, senso crítico e um público que apoie quem gosta de cozinhar.
Vamos lá!!! Está dada a partida!!!!  Espero que você que nos visita goste do que leia e veja!!!
Seja bem vindo!!!!!