Quando ainda morava com meus pais aprendi a fazer esta receita, típica da culinária do Sul de Minas, servida principalmente nas festas juninas locais. A farinha de milho tem papel tão importante quanto a de mandioca na alimentação do mineiro, sendo útil para fazer farofas, pamonha, curau e o delicioso pastel de farinha de milho.
Lembro-me de tentar, tentar e tentar até conseguir ajustar quantidade de farinha, água, temperos, texturas da massa e do recheio.
Depois de casada, sempre que voltava em casa de meus pais era praxe fazer estes pastéis para satisfazer minha mãe, meu pai e todo mundo aproveitava deste quitute.
Nas fotos a sequência está fácil de entender, para descomplicar esta arte tão gostosa. É claro que quem faz dá seu toque pessoal e especial. Não desista se da primeira vez não der certo, como eu disse tive que tentar várias vezes até conseguir o ponto que me agradava e às pessoas próximas.
Lembro-me de tentar, tentar e tentar até conseguir ajustar quantidade de farinha, água, temperos, texturas da massa e do recheio.
Depois de casada, sempre que voltava em casa de meus pais era praxe fazer estes pastéis para satisfazer minha mãe, meu pai e todo mundo aproveitava deste quitute.
Nas fotos a sequência está fácil de entender, para descomplicar esta arte tão gostosa. É claro que quem faz dá seu toque pessoal e especial. Não desista se da primeira vez não der certo, como eu disse tive que tentar várias vezes até conseguir o ponto que me agradava e às pessoas próximas.










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